Após uma vida inteira negando qualquer plano espiritual, um ateu convicto, morre subitamente durante uma viagem com a esposa. Para ele, o fim sempre foi simples: a morte é o apagamento absoluto, um retorno ao nada, ao silêncio químico do cérebro desligado.
Por isso, quando “desperta”, interpreta tudo como um sonho terminal, exatamente aquilo que sua mente ateísta admitia.
Mas a experiência não passa. Não se dissolve.
Pelo contrário — se aprofunda.
Ele começa a perceber que aquele “delírio final” possui leis, coerência, continuidade. Ele encontra inteligências que dialogam, memórias que se reordenam e um ambiente que responde ao seu estado emocional. Conforme tenta refutar cada fenômeno, a realidade o empurra a uma conclusão incômoda: talvez ele não esteja morrendo — talvez esteja vivendo algo que seu materialismo não tem linguagem para descrever.
| Número de páginas | 124 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Portugués |
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