Sempre gostei de escrever e sonhava escrever livros, mas isso se dissolveu e a escrita dos meus dias se transformou em jornalismo, comunicação de governo, apelos de marketing e propaganda, textos técnicos e institucionais. Eu percebia que algo havia permanecido à espreita (em um mundo paralelo), flertando com palavras surpreendentes que (de vez em quando) contavam alguma coisa da vida; mas era só isso.
Em maio de 2024, quando completou um ano da morte da minha filha, escrevi uma carta para ela. A partir daquele dia, voltei a pensar no papel; comecei a permitir que meus sentimentos escorressem (além das lágrimas) pelo teclado.
Escrever me ajuda a internalizar aprendizados; para mim, trata-se mais de uma ferramenta de trabalho interior do que qualquer pretensão literária. Tenho escrito sobre minhas descobertas recentes e quem dá o tom da conversa é o meu processo de luto. Aqui, estão algumas crônicas e reflexões sobre temas cotidianos, questões existenciais, comportamento humano, luto, vida, morte e consciência.
Quanto mais vivo, menos certezas tenho. Hoje, compreendo que o mundo que vejo não é a verdade, mas apenas o que eu sou. Acho graça e me divirto com isso (e sigo aprendendo...). Eu falo do que vejo. Mas, se sou o que vejo, então (no fundo) eu falo é de mim!
| ISBN | 9786501950013 |
| Número de páginas | 206 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Portugués |
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