AMI não nasceu casa. Tornou-se.
Entre mulheres que chegam sem anunciar suas histórias, o espaço começa a se transformar. Não há grandes confrontos, nem revelações estrondosas. O drama acontece de forma mais sutil: nos passos contidos pelo corredor, nas luzes que permanecem acesas durante a noite, nos objetos que demoram a encontrar lugar.
Em AMI – A Casa que Aprende a Escutar, Tânia Keita constrói um drama contemporâneo delicado e profundo sobre convivência, silêncio e reconstrução interior. A protagonista não é uma personagem específica — é a própria casa, que aprende que acolher não significa intervir, e que cuidar nem sempre exige palavras.
Cada capítulo revela pequenas mudanças invisíveis: o corpo que começa a confiar no chão, a rotina que devolve estabilidade, a presença do outro que deixa de ser ameaça e se torna possibilidade.
Mais do que um abrigo, a AMI torna-se um espaço onde mulheres reaprendem a existir sem urgência.
Com linguagem intimista e sensível, a autora oferece uma narrativa sobre tempo, permanência e transformação silenciosa — um drama que não grita, mas ecoa.
Para leitores que apreciam histórias onde o conflito é interno, a mudança é gradual e o silêncio também fala.
| Número de páginas | 28 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Colorido |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Portugués |
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