Entre cacos e pedras do Mundo Moderno floresce a Ecopoesia
Para superar um mundo cada vez mais cinza, brutalista, deserto e desigual, ganha força nos últimos 20 anos a Ecopoesia. Talvez, a melhor prova de que os poetas sempre enxergaram antes e se anteciparam ao desastre com palavras e versos em sacrifício na luta por um mundo melhor. Se o futuro é ancestral como prega Aílton Krenak, a poesia, os estudos literários verdes e a Ecocrítica são a solução para o agora.
Por isso, é mais do que bem vindo, o urgente livro “Mordomos do Mundo- Ecopoesia” da Escritora e poetisa Francinalva Muniz, patrocinado pela FOMAEC, que nos entrega como seu rio Mearim, textos que deslizam numa confluência entre as cheias e vazantes, recebem nascentes e acolhem por seu caminho afluentes, igarapés que derramam saberes, tais como os convidados engajados com as questões ambientais, como os professores(as), Marcelino Netto, Liduína Tavares, Paulo de Tarso, Jorge Abreu, Edmar Carlos, Marcos Aurelio Silva, Mayra Jamylle, José Casa Nova, Keila Castro, João Muniz, Jagnes Amorim, Goreth Pereira, Ronald Chaves e Flávia Mochel.
“Hoje o dia amanheceu nublado\O céu parece quieto\Os pássaros cantam\nas árvores\ As plantas são regadas\Recebem energia\Se desenvolvem\ Sob os primeiros raios do sol\Emanam vida.”]
Para transbordar em seus versos final a intensa luta diária pela nossa Casa:
“E tudo é tão intenso\ Esse viver persistente de vida\versus planta, bicho e gente.”
E assim, atravessando múltiplas cores das fr
| Número de páginas | 160 |
| Edición | 1 (2026) |
| Idioma | Portugués |
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