“Cacique”; “caudilho”; “voto de bico de pena”; “voto de cabresto”, “troca de favores”... Termos tão populares que podem sintetizar um fenômeno extremamente marcante na esfera política e social brasileira, cujas ações, histórias de poderio, fatos inusitados, relatos de violência, chegaram ao conhecimento de todos nós na atualidade contemporânea. Nunca é demais ressaltar que o termo “coronelismo” se referia aos proprietários mais ricos e abastados e recebiam tal tratamento ante a prerrogativa de exercerem o seu domínio político nas regiões, onde dispunham de total prestígio, com influência sobre os destinos dos eleitores e moradores.
Mediante essa prática tão comum, durante o período da chamada república velha, esses poderosos coronéis, predominantes principalmente no interior do país, tinham por hábito obrigar e coagir os seus subordinados a votarem nos candidatos de sua plena escolha, mediante o firme propósito de se manterem no poder majoritário. E como o voto, diga-se de passagem, não se dava de forma secreta, muitos moradores dessas cidades se mantinham sob constante pressão e temor, ante várias ameaças de punição e violência.
Todavia, o coronel Viriato das Alturas se mostra como uma figura ímpar e à parte nesse contexto histórico, pelos seus modos bem extravagantes, estranhos, por vezes, infantis, em lidar com diversas situações, o que torna essa narrativa até leve e bem humorada, ambientada na fictícia cidade de Bom Regato, nas primeiras décadas do século XX.
| ISBN | 9786502042007 |
| Número de páginas | 252 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Portugués |
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