O que acontece quando ser autêntico deixa de ser liberdade e passa a ser exigência?
Em um tempo em que tudo precisa ser mostrado, explicado e coerente, a autenticidade já não parece um refúgio, mas uma pressão silenciosa. Este livro investiga a crise de um eu que vive sob o olhar constante do outro, obrigado a parecer verdadeiro, estável e legível o tempo todo.
Com uma escrita reflexiva, envolvente e filosoficamente afiada, a obra percorre temas centrais da vida contemporânea: a performance da sinceridade, o peso da autoimagem, o medo da contradição, a exposição do íntimo, a vigilância emocional e o cansaço de sustentar uma versão estável de si. Ao longo das páginas, o leitor é levado a confrontar uma pergunta incômoda e profundamente atual: ainda é possível existir sem transformar a própria vida em espetáculo?
Mais do que discutir identidade, esta obra examina o esgotamento de viver como personagem. Em vez de oferecer fórmulas prontas, ela abre espaço para uma reflexão lúcida sobre o direito ao silêncio, à mudança, à incoerência e à liberdade de não se explicar o tempo todo.
Para quem sente o peso de ter de parecer sempre convincente, inteiro e autêntico, este livro oferece algo raro: não uma resposta fácil, mas uma linguagem precisa para nomear um mal-estar que muitos vivem e poucos conseguem dizer.
| Número de páginas | 184 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabado | Tapa blanda (sin solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Portugués |
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