Vivemos em um tempo em que a injustiça não apenas acontece — ela é exibida, compartilhada, comentada e consumida. Mas o que se perde quando a dor vira imagem, quando a indignação se transforma em performance e quando a justiça passa a depender da visibilidade?
Esta obra convida o leitor a refletir sobre um dos dilemas mais inquietantes do nosso tempo: a transformação do sofrimento em espetáculo. Com linguagem filosófica acessível, sensível e provocadora, o livro questiona a forma como reagimos à dor alheia, como reconhecemos a injustiça e como, muitas vezes, confundimos comoção pública com verdadeira responsabilidade ética.
Ao longo de suas páginas, a obra mostra que nem toda dor aparece, nem toda vítima consegue se expor, nem toda injustiça se torna visível. E justamente por isso, propõe uma reflexão profunda sobre escuta, silêncio, atenção, dignidade e presença. Mais do que denunciar os excessos da exposição simbólica, este livro convida a recuperar uma ideia de justiça menos ruidosa, mais humana e mais ética.
Uma leitura instigante para quem deseja pensar com mais profundidade sobre sofrimento, moralidade, mídia, sensibilidade pública e os limites entre denunciar, representar e explorar.
| Número de páginas | 163 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabado | Tapa blanda (sin solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Portugués |
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