O livro A História dos Festivais Macauenses de Poesia revela uma geração censurada pela ditadura militar de 1964. Macau foi uma das cidades que mais sofreu com o apagão da liberdade cultural, marcado pelo AI-5 (1968), o ano que nunca acabou para os macauenses.
Nesse cenário — em uma cidade acovardada e silenciada pela força bruta dos fuzis, baionetas e bombas —, a juventude da Terra Branca das salinas, do petróleo e da cultura ergueu seu grito de alforria poética: "Faz escuro, mas eu falo e escrevo poesia, sem dinheiro, para todas as praças do mundo."
Livres como o vento norte, ocuparam praças, ruas e vielas, transformando poesia em resistência. Expuseram, em versos, todo o sentimento que carregavam na mente e no coração, espalhando-os pelas asas do carcará, que voa livre sob o céu azul de Macau/RN.
Este livro resgata a memória cultural da cidade em um período sombrio, mas também vigoroso, revivendo a arte dos festivais de poesia e a força da palavra.
| ISBN | 9786560153189 |
| Número de páginas | 158 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Estucado Mate 90g |
| Idioma | Portugués |
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