O desenvolvimento humano é frequentemente apresentado como sequência cronológica precisa, guiada por instruções genéticas claras e resultados previsíveis. Embriologia da Variabilidade Organizada propõe uma reorganização dessa narrativa. Em vez de compreender a morfogênese como execução linear, o livro a interpreta como processo sistêmico complexo, no qual estabilidade e limite emergem da integração regulada de variações inevitáveis.
Partindo dos conceitos de microerro estrutural, instabilidade acumulativa, proporcionalidade sistêmica e revisabilidade adaptativa, a obra investiga como o embrião mantém coerência sob tensão. A forma humana não surge por ausência de variação, mas pela capacidade de absorvê-la dentro de margens biológicas de tolerância. Quando esses limites são ultrapassados, ocorre transição qualitativa — não como evento abrupto isolado, mas como consequência de saturação progressiva da arquitetura organizacional.
Integrando teoria dos sistemas complexos, crítica ao reducionismo molecular e análise dos limites metodológicos da pesquisa experimental, o livro posiciona a embriologia como ciência dos limites estruturais do início humano. Trata-se de uma abordagem destinada a embriologistas e pesquisadores que buscam maturidade interpretativa, rigor conceitual e integração entre biologia molecular, organização sistêmica e estabilidade da forma.
Mais do que descrever o início da vida, esta obra investiga a lógica que sustenta sua permanência estrutural.
| Número de páginas | 218 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Portugués |
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