Eu sou pastor e professor — e escrevo porque não consigo ficar calado.
Não comecei a escrever livros porque alguém me pediu. Comecei porque as perguntas que carregava não cabiam mais só no sermão de domingo. A Teoria Gênesis ficou dentro de mim por anos — nos silêncios das aulas de Teologia Sistemática, nas madrugadas de estudo, nas vezes em que um aluno me perguntava sobre os dinossauros e a Bíblia e eu via que a resposta que a maioria dava era insuficiente. Insuficiente para a Palavra e insuficiente para a ciência.
Então escrevi.
Não escrevo para agradar. Escrevo para estabelecer. Quando coloco uma tese no papel, é porque já a testei no texto hebraico, na exegese, na história da interpretação bíblica — e ela ficou de pé. A Teoria Gênesis não é minha opinião. É minha conclusão depois de anos de estudo sério. E tenho convicção suficiente para colocar meu nome nela.
Minha vida entrou nos meus livros sem que eu planejasse. O Pastor Waldeth que me levantou quando eu estava desistindo está na dedicatória — mas está também na coragem de publicar. O Pastor Edson que abriu para mim as portas da Teologia está em cada capítulo que escrevi sobre o Criador. A Irmã Paulina que me acolheu quando minha família ainda não era da fé está na convicção de que o Evangelho transforma — e por isso vale a pena defendê-lo com rigor e com amor.
Sou um escritor que ainda está no começo. Tenho consciência disso. Mas o que está escrito já é suficiente para que eu diga: não desperdicei o que Deus me deu.
Escrevo para o jovem da Assembleia e outras denominações que se envergonha diante do fóssil. Para o pastor do interior que não tem acesso à Teologia acadêmica. Para o professor que quer ensinar com profundidade e com fé ao mesmo tempo. Escrevo para quem eu fui — e para quem ainda vai ser.
A guerra é total. E a caneta também é uma arma.
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