Todos os dias, em um banco de praça no Alto da Lapa, um engenheiro aposentado escuta. Ele não oferece discursos longos. Não promete soluções grandiosas. Divide o problema. Elimina o exagero. Identifica o essencial. E fala.
Um narrador anônimo, que inicialmente apenas observa, passa a acompanhar esses encontros fortuitos: um homem indignado com o sistema, uma mulher angustiada com o tempo, alguém consumido pela comparação, outro preso ao dinheiro, à culpa, à pressa ou à solidão.
O engenheiro João Carlos não é um sábio infalível. Às vezes simplifica demais. Às vezes erra. E sempre repete a lição que aprendeu com o poeta e matemático Piet Hein:
“A via da sabedoria é fácil de indicar: errar, errar, errar —erros grandes e pequenos,
mas sempre menos.”
Aos poucos, o narrador percebe que o verdadeiro ensinamento não está nas respostas prontas, mas na forma de pensar: assumir responsabilidade, reduzir ruído, agir mesmo com informação incompleta.
| Número de páginas | 92 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Portugués |
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