Quem somos quando deixamos de trabalhar? E o que resta de nós quando a função ocupa o lugar da identidade?
Em O Trabalho como Identidade, o leitor é conduzido por uma reflexão profunda e acessível sobre uma das marcas mais silenciosas do nosso tempo: a tendência de confundir valor pessoal com produtividade, cargo e desempenho. Em uma sociedade que admira a pressa, glorifica a exaustão e transforma o trabalho em medida de dignidade, este livro convida a uma pausa rara — e necessária.
Ao longo de suas páginas, a obra questiona por que tantas pessoas respondem quem são dizendo apenas o que fazem, por que o descanso passou a causar culpa, por que o fracasso profissional fere tão profundamente e por que a utilidade se tornou critério de pertencimento. Sem recorrer a fórmulas prontas, o livro propõe uma travessia filosófica por temas como identidade, cansaço, reconhecimento, liberdade, tempo, corpo e sentido da existência.
Mais do que uma crítica ao mundo do trabalho, esta é uma obra sobre a recuperação de si. Um convite para repensar o valor da vida para além da performance, da função e da necessidade constante de provar alguma coisa. Para quem já sentiu o peso de viver sempre ocupado, para quem teme desaparecer ao parar, ou para quem deseja reencontrar uma forma mais livre de existir, este livro oferece perguntas incômodas, lúcidas e profundamente humanas.
| Número de páginas | 167 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabado | Tapa blanda (sin solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Portugués |
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