A rua, neste livro, não é cenário — é método. É nela que Maria Quitéria se reconhece, fala, ri, cobra, escuta e
desvela. Seu feminino não é conciliatório, sua palavra não é terapêutica no sentido clássico, e sua presença não
promete redenção. Ela revela. E a revelação, como se sabe, nunca é confortável.
Ao longo dos capítulos, o leitor é conduzido por uma narrativa que articula memória oral, simbolismo ritual e
leitura psicanalítica, permitindo que Maria Quitéria apareça como figura liminar: entre o desejo e a culpa, entre o sagrado e o escândalo, entre o amparo e a queda.
| Número de páginas | 82 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Portugués |
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