O dia em que o vale aprendeu o som do medo.
O sol nem tinha passado direito por trás das colinas quando o primeiro tiro ecoou pelo vale da Redenção.
Não foi um tiro comum.
Foi daqueles que fazem passarinho levantar vôo em desespero,cavalo puxar as rédeas e homens para o que está fazendo com o coração travado no peito.
Elias Montoya estava encostado na cerca de madeira , olhando o pasto acordar devagar,quando ouviu o estampido. Ele não se mexeu de imediato .Só fechou os olhos por um segundo.
Ele conhecia aquele som.
Não era tiro de caça.
Ao longe ,uma fumaça fina começou a subir perto da estrada de terá que levava à cidade.
_Não – ele murmurou ,já sentindo o gosto amargo do passado voltar à boca.
Então vieram os gritos.
Gritos que o vento trouxe rasgados,desesperados,misturados com mais disparos.
Elias correu.
| Número de páginas | 166 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Portugués |
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