Escrever sobre a natureza ou fotografá-la, ainda que de modo amador, exige
coragem, humildade e sobretudo ética.
Quanto mais as cores da natureza pedem socorro, mais precisamos caminhar ao
seu lado, inclusive porque não há outra estrada por onde seguir.
Toda vez que o palco das vaidades abrir suas cortinas, contemos antigas lendas
herdadas da literatura indígena.
Ao mirarmos o deslumbramento das cores que habitam a flora, ao nos
emocionarmos com a senciência dos outros animais, celebremos a potência ética que
nasce da filosofia pedestre de Francisco de Assis.
Por mais lindo que seja este planeta azul, a rodopiar no universo como se fosse
uma bola de cristal, ele, é apenas um dentre outros planetas. Mesmo conhecendo os
encantos do sol, conversando com a lua e brindando com as estrelas, a terra é só um
dentre tantos outros componentes do universo. Essa é a humildade visceral que
precisamos reconhecer.
Preservar a natureza exige que nos coloquemos como parte dela. Pede que
estejamos ao lado das outras espécies não como dominadores, mas como cúmplices de
um sincero pacto pela vida.
Nesta segunda edição, exceto pelo acréscimo de algumas novas fotografias e
trechos de documentos de proteção ambiental, o livro continua o mesmo. Mais de 10
anos depois, é preciso que seja assim, para reiterarmos: somos partes da vida! Somos
partes das cores da vida!
| ISBN | 9786502384329 |
| Número de páginas | 172 |
| Edición | 2 (2026) |
| Formato | Quadrado (200x200) |
| Acabado | Tapa blanda (sin solapas) |
| Coloración | Colorido |
| Tipo de papel | Estucado Mate 90g |
| Idioma | Portugués |
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