Quando buscamos resumir um grande clássico da literatura, geralmente aludimos ao seu enredo, isto é, a uma sequência de eventos que conecta os capítulos da narrativa, onde é muito comum haver alguma espécie de conflito a ser resolvido, mistério a ser solucionado, mal a ser combatido etc.
Neste sentido, é curioso notar que "A Montanha Mágica", obra-prima de Thomas Mann, alemão Nobel de Literatura em 1929, já tenha sido acusada de simplesmente não ter um enredo. Então é preciso que façamos aqui uma defesa da obra em si, e também uma sugestão para o novo leitor: não é verdade, penso eu, que toda grande obra da literatura precise de uma narrativa clara, uma estrutura que já se apresente desde o início; não, na verdade o que todo livro, todo capítulo, todo parágrafo precisam é fazer com que o leitor continue interessado pelo que vem a seguir. É isso o que faz da obra uma leitura agradável, ao menos para quem não tiver pressa de terminar, já que estamos falando de um livro de proporções bíblicas.
E se você tiver curiosidade em saber o que se dará na viagem de um jovem engenheiro alemão, que vai visitar o seu primo adoentado num sanatório nos Alpes Suíços, sem tanta pressa de saber do que exatamente se trata a história toda, então meu caro, minha cara, você terá em mãos uma das maiores obras literárias do século XX para saborear com calma, página por página, capítulo por capítulo. É possível que nem veja o tempo passar (embora ninguém nunca tenha de fato visto o tempo)...
| Número de páginas | 642 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A4 (210x297) |
| Acabado | Tapa blanda (sin solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Portugués |
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