O Tempo da Ruptura parte da contradição central para investigar o que realmente está em colapso na civilização contemporânea: não apenas sistemas políticos ou econômicos, mas a própria capacidade humana de sustentar consciência diante do poder que criou.
Ao longo de uma arquitetura ensaística rigorosa, Vilmar Becker analisa o esgotamento das grandes narrativas, a aceleração do tempo, a fragmentação da atenção, a substituição do significado pela performance e a emergência de uma guerra invisível travada no território da mente. A obra percorre filosofia, psicologia, ética e crítica da técnica para revelar como o excesso de estímulos, a automação das decisões e a manipulação da percepção produzem um mundo funcional, porém simbolicamente desancorado.
Este não é um livro de soluções rápidas nem de conforto intelectual. É um convite à lucidez. Ao afirmar a consciência como a última tecnologia verdadeiramente humana, o autor propõe que pensar com profundidade, sustentar responsabilidade sem vigilância externa e preservar a interioridade tornaram-se atos éticos radicais em um tempo de caos normalizado.
O Tempo da Ruptura dirige-se a leitores dispostos a habitar perguntas difíceis e reconhecer que sobreviver, hoje, não é apenas continuar existindo, é manter a capacidade de compreender, escolher e responder pelo que fazemos com o mundo que já construimos
| Número de páginas | 151 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Portugués |
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