MEU PARENTE MAIS PRÓXIMO

Por Davi Roballo

Código del libro: 972722

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Literario, Filosofía y Aspectos Sociales, Psicología, Literatura Nacional, Filosofía

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Sinopsis

Há livros escritos para entreter. Outros, para convencer.

Meu Parente Mais Próximo foi escrito para inquietar.

Nesta obra, Davi Roballo conduz o leitor por uma travessia filosófica, existencial e profundamente humana através das fragilidades que moldam o homem contemporâneo. Entre reflexões sobre o ego, a morte, o tempo, o amor, a solidão, a tecnologia, o envelhecimento, a vaidade e o vazio moderno, o autor ergue uma escrita intensa, elegante e cortante — capaz de transformar situações cotidianas em espelhos desconfortáveis da condição humana.

Com forte influência de Nietzsche, Dostoiévski, Camus, Rubem Alves, Osho e Fernando Pessoa, os textos transitam entre filosofia, literatura, psicologia e crítica social, revelando um olhar que recusa as anestesias da superficialidade contemporânea.

Ao longo das páginas, o leitor encontrará reflexões sobre relações líquidas, violência silenciosa, a inflação do ego, a perda da presença humana diante das telas, o abandono dos idosos, a ilusão do progresso, a infância perdida do adulto moderno e o medo permanente da finitude. Cada capítulo funciona como uma espécie de martelo filosófico: não para destruir gratuitamente, mas para romper as falsas estruturas que sustentam nossas ilusões mais confortáveis.

Meu Parente Mais Próximo não oferece respostas prontas, fórmulas de felicidade ou promessas de salvação. Oferece algo mais raro: lucidez.

Características

ISBN 9786502064610
Número de páginas 191
Edición 1 (2026)
Formato A5 (148x210)
Acabado Tapa blanda (con solapas)
Coloración Blanco y negro
Tipo de papel Ahuesado 80g
Idioma Portugués

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Davi Roballo

(São Borja-RS, 1974) é um ferreiro de palavras e exilado voluntário do espetáculo contemporâneo. Recluso por natureza e incendiário por vocação, forja sua literatura nas brasas do silêncio e da dúvida primordial. Escreve como quem atravessa ruínas com os pés descalços — sem pressa, sem escudo, sem concessões. Sua obra é um duelo entre o verbo e o abismo.

Sua escrita — comparada a um cruzamento entre Nietzsche e Fernando Pessoa em um beco mal iluminado pela consciência — é uma cirurgia sem anestesia na alma do mundo. Cada texto é o desmonte minucioso de uma realidade falsificada: Roballo escreve como quem abre um relógio para encontrar, não os ponteiros, mas o vazio que os move. Seus versos são cinzéis. Seus ensaios, labirintos. Cada linha é uma ferida que pensa.

Vive em Porto Alegre-RS, cercado por livros gastos, cadernos manchados e um laptop antigo — arma e espelho — onde escreve como quem afia uma lâmina invisível. Não concede entrevistas. Não frequenta saraus. Sua biografia é uma página em branco selada com sangue seco — e é exatamente assim que prefere habitar o mundo: como uma interrogação encarnada, um exílio que fala, um eco vindo das zonas inomináveis do ser.

Poeta, ensaísta e jornalista, Roballo funde a delicadeza lírica com a precisão analítica de um bisturi. Bacharel em Comunicação Social pelo Centro Universitário da Grande Dourados (Unigran), é Especialista em Jornalismo Político pela Universidade Gama Filho (Brasília-DF) e Especialista em Comunicação e Marketing (Unigran). Essa tríade formativa aguça seu olhar: carrega a frieza de quem decifra as engrenagens do poder — e no coração, o ardor de quem ainda ousa acreditar no mistério.

Influenciado por titãs como Nietzsche, Schopenhauer, Pessoa, Rumi, Osho, Dostoiévski, Baudelaire e Sylvia Plath, sua escrita é um sismo interior: não consola, não distrai, não embeleza — desnuda. Com uma linguagem densa, hipnótica e filosófica, seus textos atravessam os temas centrais da condição humana: a efemeridade do tempo, a ilusão da identidade, o anseio pela transcendência e a inquietação diante do absurdo.

Ao longo de sua trajetória, criou uma constelação de heterônimos — Ícaro Severiano, Aurélio Salvatore, Baltazar Orion, Eliade Constâncio, Leônidas Fausto, Gonçalo Bragança, Zarif Khalid e Heitor Souto-Maior — vozes múltiplas que encarnam suas diversas vertentes: o místico, o rebelde, o trágico, o visionário, o errante. Cada um deles é uma fenda na máscara do autor — ou talvez, o próprio autor multiplicado em espelhos estilhaçados.

Mais do que um escritor, Davi Roballo é uma inquietação literária que se arrasta, pulsa e persiste. Sua obra não se lê: atravessa-se. Em tempos de superfície, sua palavra é vertigem. Em tempos de ruído, seu silêncio grita.

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